CAMPANHA DO AGASALHO ANIMAL!

Se você estiver convencido de que cachorros têm sentimentos e inteligência, é evidente que vai concordar que eles também sentem FRIO, CALOR e DOR, embora em níveis um pouco diferentes dos nossos.

Em relação ao frio e ao calor, sua sensibilidade depende do tipo de pelagem e da raça. De maneira geral, cachorros sentem bem mais calor do que nós, mas as raças de pelo curto sentem muito frio também.

Portanto, não deixe seu cachorro dormindo ao relento, no vento, na chuva, sem sequer um tapete ou um pano para protegê-lo. Principalmente no inverno. ELES SENTEM MUITO FRIO!!! Arranje uma casinha, forre com um tapete e coloque alguns panos quentinhos lá dentro. Eles gostam de fazer um “ninho” com os panos, e se aquecem com isto. Quanto mais curto for o pelo do cachorro, mais frio ele sente.

Dois excelentes “termômetros” para ver se o cão está com frio são as orelhas, principalmente nas pontas. Se o seu cão estiver com as orelhas frias, ELE ESTÁ COM FRIO! A ponta do focinho também serve como indicação. A ponta do focinho deve ser fria e úmida. Focinho gelado indica frio.

Você pode contribuir com a NOSSA CAMPANHA doando roupas e cobertores aqui no  OFICINA ANIMAL. Nós vamos repassar para os Protetores Autônomos  e ONGS.

Aproveite a oportunidade de verificar se na caixa de medicamentos de seu animal tem algum que possa ser doado também.

 

Há muitos cães e gatos para ajudar!

Vamos nessa?

CUIDADOS COM O GATO NO INVERNO.

Uma das coisas que os gatos mais gostam de fazer é dormir em uma cama quentinha e macia e, em época de frio, eles podem passar mais tempo ainda embaixo de uma boa coberta.

Para que os bichanos continuem confortáveis no inverno é preciso ficar atento com alguns cuidados. Apesar da grande maioria possuir uma boa camada de pelos, eles sentem frio sim e merecem cuidados especiais.

PREVENINDO O FRIO

Dentro de casa é preciso providenciar um local isolado e quentinho para o gato dormir, evitando cômodos muito gelados. Uma caminha própria para gatos ou cães pequenos pode ser comprada em qualquer petshop em diferentes tamanhos, formatos e valores, mas a boa e velha caixa de papelão substitui muito bem a cama industrializada. Além de serem facilmente adquiridas em supermercados, as caixas ajudam na retenção do calor corpóreo, são descartáveis e são a escolha número um dos felinos. Independentemente do tipo de caminha, é preciso sempre colocar uma manta ou coberta para manter o gato ainda mais quentinho.

Para os bichanos que têm acesso à rua é fundamental providenciar um local de entrada na casa que seja de fácil acesso para o gato, dessa maneira previne-se que ele fique preso para fora por muitas horas. Existem mini portas basculantes especiais para animais que podem ser instaladas na porta de entrada que ajudam especialmente nos passeios noturnos. Não se esqueça também de recolher a caixa sanitária nos dias mais frios, caso essa fique do lado de fora da casa.

Roupinhas somente são indicadas em gatos sem pelos, como os da raça Sphynx, ( acima) por exemplo, porque a maioria não gosta de usar roupas. É bastante comum que os gatos caiam de lado ou fiquem paralisados quando colocamos roupinhas neles, mas se o seu gato gosta então não há contra indicação.

Além de dormir em caminhas macias e quentinhas os gatos também adoram tomar sol, especialmente em dias frios, mas apesar de ser uma boa fonte de calor deve se ter cuidado com a exposição excessiva, pois esses animais, especialmente os de pelagem branca, podem desenvolver câncer de pele. Apesar do frio e das nuvens, os raios solares continuam causando danos à pele. Passar protetor solar e limitar os horários de pico, que são entre 10h e 15h, ajudam na prevenção.

Para quem tem aquecedores de ambiente em casa é preciso cuidado com a umidade do ar, que fica ainda mais baixa quando esses equipamentos são ligados. Providencie bacias com água ou toalhas úmidas para melhorar a umidade e prevenir problemas respiratórios.

HIPOTERMIA

Quando a temperatura de um gatinho está muito baixa suas extremidades ficam mais frias, pois possuem menor aporte de sangue. Colocar as mãos nas orelhas e patinhas ajuda a identificar uma queda importante na temperatura corporal. Isso é mais comum nos animais que têm acesso à rua, pois dentro de casa eles sempre buscam se aquecer nas caminhas, cobertores ou nos próprios tutores. Se o gato passar muitas horas na rua e retornar com as extremidades frias é recomendado fornecer uma fonte de calor, como secador de cabelo, lâmpada amarela ou bolsa de água quente, mas muito cuidado com queimaduras.

Se a fonte de calor não for suficiente para aquecer o gato, pode ser necessário atendimento médico veterinário.

DICA

A temperatura corporal média de um gato é de 38,5º C, ou seja, mais alta que a nossa temperatura, que é em média de 36,5º C. Por causa disso, seu gato deve sempre ser mais quentinho que você. Se ele estiver com uma temperatura igual à sua ao toque é provável que ele esteja em hipotermia.

IDOSOS e FILHOTES

Os gatinhos nos extremos das idades podem sentir mais o impacto do inverno, especialmente nas regiões mais frias. Esses animais merecem atenção redobrada na prevenção da hipotermia, porque possuem maior dificuldade em regular a temperatura do corpo.

Gatos idosos frequentemente têm artrose, um processo de degeneração das articulações e que doem mais no frio. Os animais com dor nessas regiões costumam evitar de subir em superfícies mais elevadas. Fique alerta se notar esse comportamento no seu gato e coloque sua caminha, vasilhas e caixas sanitárias no chão. Se o gatinho dorme na cama com o tutor é recomendado providenciar uma pequena escada ou algo que faça as vezes disso para que ele possa subir na cama sem ter que saltar.

Filhotes órfãos possuem maior risco de hipotermia do que aqueles que ficam direto com a mamãe, por isso as fontes de calos citadas devem ser utilizadas nesses casos. Uma dieta mais calórica própria para gatos pode ser fornecida por um veterinário para esses animais.

ACIDENTES NO INVERNO

Alguns cuidados devem ser levados em consideração para prevenir acidentes com locais aquecidos, porque é frequente que os bichanos busquem esses locais para se aquecer. Lareiras raramente causam problemas, mas os filhotes podem se acidentar ao se aproximar demais. Na cozinha é recomendado abaixar a tampa do fogão após utilizá-lo, para prevenir queimadura das patinhas de quem possa subir para se aquecer. Na sala de televisão também é frequente os gatos deitarem sobre equipamentos eletrônicos, como aparelhos de DVD ou decodificadores de TV à cabo, podendo tomar choque.

Finalmente um acidente comum ocorre dentro dos veículos, pois os gatos podem entrar no motor do carro para se aquecer. A dica é sempre buzinar o carro nos dias frios para que o gato saio antes de dar a partida, especialmente se o carro ficou parado na rua durante a noite.

DOENÇAS NO FRIO

Uma das doenças mais comuns nessa época é a rinotraqueíte ou Complexo Respiratório Viral Felino. Isso porque os vírus se manifestam em baixas de imunidade e, nos períodos mais frios, isso pode acontecer com os gatos. Sintomas como secreção nos olhos e nariz e espirros são indicativos da doença e exigem atendimento médico veterinário. Para prevenir esses problemas basta levar o gatinho para ser vacinado.

Gatos com asma ou bronquite podem piorar em épocas de frio também, devido à uma diminuição do lúmen dos brônquios (nos pulmões) em baixas temperaturas, causando desconforto respiratório e tosse.

BANHOS NO FRIO

Banhos já são pouco indicados de uma maneira geral nos gatos, pois podem causar muito estresse, exceto quando há indicação médica para o banho. Nessa época, ademais, é recomendado que evite lavar os gatos em casa, porque a temperatura do corpo deve baixar mais ainda. Se o banho for de extrema necessidade é imprescindível que o animal seja seco com toalha e secador de cabelo. Outra opção é o Banho à Seco.

 

Como funciona uma banho à seco?

Nesse banho é utilizado produtos que não necessitam de enxágue. Eles limpam bem e deixam um cheiro agradável no animalzinho. Para isso você vai precisar de um shampoo de lavagem à seco, de uma toalha e uma escova para ajudar a remover o resíduo de shampoo e as impurezas do corpo do animal.

O produto de lavagem à seco são vendidos em pet shops em forma de spray. O modo de uso é bem simples, basta aplicá-lo direto no pelo do pet. Alguns precisam ser levemente esfregados para que o produto reaja, mas nenhum precisa de lavagem após a aplicação.

CURTINDO O INVERNO

Os gatos também podem ser uma boa fonte de calor aos tutores, por isso se você sofre no inverno é recomendado passar algumas horas encostadinho no seu gato e aproveitando o calor de seu corpinho. Esse contato não só aquece os corpos como melhora a afinidade e o relacionamento entre gato e homem.

Se nós nos agasalhamos e nos protegemos do frio, devemos proteger os animais também!

Eles merecem!

 

 

AS 11 FASES DE VIDA DO CÃO

É muito importante saber em qual fase da vida seu cão está pra que você possa proporcionar a ele os cuidados necessários e assim dar qualidade de vida a ele.

Está curioso em saber em qual fase da vida sue cão está? Então vamos lá!

1ª fase: Do nascimento aos 12 dias de vida:

É a fase que o filhotinho depende exclusivamente de sua mãe. Com essa idade ele não consegue controlar sozinho a temperatura do seu corpo e precisa de estimulação física pra fazer xixi e cocô.  Ele não vê e nem ouve mas já consegue sentir o cheiro da mãe. O olfato é o primeiro sentido que se desenvolve no filhote e também o mais importante para os cães em toda sua vida.

2ª fase:  Transição:Dos 13 aos 20 dias de vida:

Diversas mudanças físicas acontecem nessa fase: os olhos e orelhas  se abrem, começam a engatinhar e podem começar a aparecer os dentes.

3ª fase: Reconhecimento: dos 21 aos 28 dias de vida:

Nesta fase ele passa a usar todos os seus sentidos, explora o ambiente à sua volta e precisa muito de sua mãe e irmãos para se sentir seguro. Com essa explosão de percepções sensoriais  nessa fase, é importante que o ambiente onde ele vive seja tranquilo e estável.

4ª fase: Socialização canina: dos 29 aos 49 dias:

É nessa fase que o cãozinho aprende   os comportamentos específicos da raça. É aqui que ele aprende noções de higiene, respeito à hierarquia, e a ser disciplinado. Com os irmãozinhos ele aprende o jogo Dominante versus Dominado.  É por isso que é extremamente importante não retirar o filhote da mãe e da ninhada antes de 7 semanas de vida.  

5ª fase: Socialização com humanos: de 7 a 12 semanas:

Este é o melhor período para o filhote se juntar à sua nova família. E também é a melhor fase para introduzi-lo a  coisas  que farão parte da vida de seu cão. Exponha o filhote ao máximo de coisas possíveis. Por exemplo: aspirador de pó, secador de cabelo, crianças, idosos, outros animais, andar de carro, etc.

Outra coisa importante a ressaltar aqui é que é nessa fase que manipulamos ao máximo nosso filhote. Colocar seu dedo na boca do cão ( para mais tarde ele deixar escovar seus dentes), manipular as patas ( fingir que corta as unhas dele) para mais tarde deixar cortar suas unhas), finge colocar comprimido na boca dele, limpe as orelhas dele, dê banho …. Enfim explore todo o corpo de seu animal para que ele entenda que isso é normal e prazeroso. Tudo aprendido nessa fase é permanente!

6ª Fase:  1º Período do Medo: de 8 a 11 semanas de vida:

Qualquer experiência traumática, dolorosa ou assustadora  nessa fase vai ter um impacto muito forte e mais duradouro na vida de seu cão do que se ocorrer em outra fase de sua vida.  Exemplo: seu filhote ser atacado por outro cão nessa fase causará um dano permanente na socialização dele com outros cães.

7ª fase: Rebelde sem causa: de 13 a 16 semanas:

É quando seu queridinho vai testar toda a sua paciência!!! Fase onde ele te morde, mastiga tudo que vê pela frente, e testar a todas as pessoas da casa para ver quem será o líder da matilha. É o melhor período para iniciar o treinamento de obediência dos filhotes.

 

8ª fase: Período das escapadas: de 4 a 8 meses de vida:

Se você ainda não ensinou seu filhote a vir ao seu encontro quando chamado, está na hora de treinar!!! Nesta fase ele demonstra uma surdez seletiva que pode durar de alguns dias a semanas. É muito importante seu tutor saber como lidar com essa situação para evitar que seu cão se torne um eterno fujão!

9ª fase: 2º período do Medo: de 6 a 14 meses:

É quando seu cão começa a ficar relutante a se aproximar de  coisas e pessoas novas ou até mesmo conhecidas. O mais importante é que os donos não forcem os cães nessas situações e nem tentem consolá-los. Deixe que resolvam sozinhos essa situação, que não há motivos para ter medo. O treinamento nessa época ajuda a construir a autoconfiança do cão. Exemplo: se seu cão entrava no carro para passear numa boa  e nesta fase fica relutante, faça-o reconquistar  sua confiança adestrando-o com petiscos e agrados durante e depois que ele voltar a entrar no carro sem medo. Nunca force-o abruptamente a entrar no carro com medo, ok?  Se você não conseguir lidar com essa situação de medo de seu animal consulte um Adestrador Profissional.

 

10ª Fase: Maturidade: de 1 a 4 anos de vida ( varia entre as raças):

A maturidade aqui envolve a sexual também. As raças de porte pequeno e médio atingem essa fase de 1 a 3 anos de idade e raças de porte grande e gigante de 1 a 4 anos de idade. Esta fase é marcada pelo aumento da agressividade e o novo teste de liderança.

A agressividade desta fase não é necessariamente negativa, se o cão era muito amistoso com estranhos, passam a ser ótimos cães de guarda. Recicle e fortaleça  seus comandos com o cão nesta fase.

11ª fase: Velhice: a partir dos 7 anos de idade:

A partir dos 7 anos de vida de seu cão algumas doenças inerentes da idade ou raça podem começar a se manifestar nessa fase. O importante aqui é você ficar atento a mudanças de comportamento e atitudes de seu companheiro e levá-lo periodicamente ao seu veterinário de confiança para check-up anuais. Mudanças de ração e de exercícios com seu animal são exemplos de orientações que seu veterinário irá te informar para essa fase.

Então é isso pessoal! Espero que esse tema tenha sido útil pra vocês.

Compartilhe com seus amigos também. Podem deixar seu comentário abaixo, vou adorar!

#cachorro #oficinaanimal #fasesdevidadocão  #tudosobrecachorro

Fogos de Artifícios X Pets para o Final de Ano!

AJUDE SEU CÃO A SUPORTAR OS ROJÕES E OS FOGOS DE FIM DE ANO

 

Fim de ano, festa geral, muito barulho, rojões, fogos de artifício. Há quem goste, há quem pense que a tradição deve falar mais alto, que é preciso comemorar assim, ainda que o barulho causado pelos fogos seja prejudicial às pessoas combalidas em hospitais, aos bebês, anciãos, e acima de tudo, aos nossos cães, que ouvem os rojões como o fim do mundo dado que têm uma audição muito superior à nossa.

Algumas dicas, talvez já conhecidas, para aliviar esse medo são:

1. Tentar “abafar” o som de fora com música, televisão, ventilador, etc.

2. Deixar o cachorro “se esconder” onde ele quiser, onde ele se sentir mais protegido e nem sempre esse lugar é o teu colo. Não force mais a barra do bichinho em sofrimento.

3. Ficar atento para que o cachorro não fuja, fechar portas e portões por exemplo, pois com o medo, o cachorro pode querer fugir.

4.Evite deixar o cão sozinho em casa em dias de fogos, não só no final de ano, mas em finais de jogos etc. O porto seguro do animal é o seu dono, portanto não o abandone nas suas horas mais difíceis.

5. E o seu cão sofrer demasiado com os barulhos, converse com o veterinário para ver se seria possível algum tratamento leve, poderia ser homeopático ou natural, que ajudasse o cão a suportar a sua ansiedade dos fogos. O ANIZEN da Homeopet é muito indicado por nós veterinários.

 

A)  TTouch, a técnica que acalma os cães:

Uma dica natural consiste em amarrar uma faixa no corpo do cão, a TTouch body wrap.

A técnica, segundo o site PETmi, foi usada pela primeira vez pela Dra Temple Grandin para aliviar a tensão em pessoas com autismo e posteriormente foi estudada e desenvolvida por Linda Tellington-Jones, uma especialista em comportamento animal, para aliviar a ansiedade em cães.

Como funciona

O princípio Tellington Touch consiste em fazer uma “pressão mantida” que acalmaria os cães pois ajudaria a liberar a musculatura tensa e melhoraria a circulação sanguínea, dando como resultado uma sensação de confiança e segurança nos cães. A técnica é usada no Reino Unido em abrigos e canis para reduzir o estresse canino.

 

Dicas para aplicar o body wrap:

Ainda que a ligadura possa ser feita em casa, o conselho geral seria obter a ajuda de um profissional para avaliar se o método pode ser eficaz como curativo emocional em cada caso específico.

A ligadura é utilizada como suporte psicológico para conter as emoções, seja em pessoas como em animais, mas acredita-se que a contenção deveria ser feita por um profissional para que a ajuda emocional fosse certeira e para que bandagem estimulasse também determinados pontos de energia.

Fora isso, seguem as dicas abaixo:

1. Para que o cão se acostume com a faixa, aconselha-se a amarrá-la em situações não estressantes por uns 10 minutos.

2. Atenção para não amarrar a faixa muito apertada. Ela deve ser colocada em modos que o cão sinta o contato do tecido em sua pele de uma maneira cômoda.

3. Observe o cão e não o deixe sozinho enquanto usa a body wrap.

4. Reutilize uma t-shirt velha de algodão ou use uma bandagem médica, de qualquer forma, um material confortável.

B) ANIZEN: Controle do estresse reduz a irritabilidade dos animais

  • INDICAÇÕES

    • Diminui estresse

    • Diminui ansiedade

    • Diminui agressividade

    • Controla medo de ruídos

    • Lambedura psicogênica

    • Síndrome da separação

    Vantagens:

    • Sem contraindicações

    • Fácil administração: na água, na ração ou diretamente na boca do cão / gato

    • Sem risco à saúde  em caso de superdosagem

    • Ausência total de toxidez.

    • Encontrado facilmente em farmácias veterinárias, pet shop  e clínicas veterinárias.

    #clinicaveterinaria  #medvet #oficinaanimallimeira #limeira #veterinária #homeopet # realh # anizen #cãchorro # gato #fogosdefimdeano #rojões #telingtouch #ttouch

Seu bichinho de estimação morreu? PARTE 1 – Saiba o que fazer com ele

Nunca queremos que esse dia chegue, mas infelizmente os cães e gatos têm vidas curtas e morrem antes de nós. Só quem já perdeu um peludo sabe o quão doloroso pode ser.

Além da dor, há muitas dúvidas que envolvem a morte, como o que fazer com o corpo, como contar para as crianças, o que fazer com as coisinhas do pequeno, como lidar com os animais que ficaram e como lidar com a dor da perda.

Então, como esse assunto me pareceu um pouco extenso resolvi dividi-lo em duas partes. Na parte 1 os procedimentos práticos e na parte 2 como lidar com o luto.

Você já pensou no que fazer com o seu bicho depois que ele morrer? Se a resposta for não, provavelmente quando isso acontecer, você tomará a atitude errada: enterrá-lo.

Luiz Henrique Guimarães Franco, veterinário pós-graduado em gestão ambiental, conta que 60% dos animais mortos são jogados em terreno baldio ou enterrados no quintal.
– Uma pesquisa do Instituto de Geociência da USP de 2008 revelou que a maioria dos animais mortos é enterrada pelos donos. Dos outros, 7% são colocados em sacos de lixo na calçada ou em caçambas, 20% são jogados na rua ou levados à prefeitura, e apenas 13% são entregues a uma clínica veterinária.

Quando alguém perde um bicho de estimação, o mais comum (e fácil) é enterrá-lo. O que poucos sabem é que isso é um erro, tanto para o ambiente, como para a população.
– Um corpo em decomposição produz necrochorume, líquido rico em bactérias, salmonela e duas substâncias tóxicas: putrescina e cadaverina, para os quais não existe antídoto. Essas substâncias contaminam o solo e o lençol freático. O risco maior é quando o necrochurume atinge alguma fonte de água, o que é mais comum em sítios.

Existem outras opções que são aceitáveis e, de todas elas, você decidirá qual é a melhor. Vamos lá?

1. Procure uma clínica veterinária

É muito comum que os donos levem seus animais a uma clínica após o óbito.

As clínicas veterinárias pagam uma taxa para a prefeitura e a mesma recolhe todo o lixo hospitalar e, junto a isso, os animais também são levados. Para isso, o pet deve ser deixado no estabelecimento, onde a prefeitura passará para encaminhá-lo ao Centro de Zoonoses.

2. Cremar animal de estimação

Foto do Pet Memorial – São Paulo.

Ainda que algumas  prefeituras ofereçam a possibilidade de cremação, você também tem a opção de entrar em contato com crematórios para animais, que garantem um serviço melhor: os pets são cremados separadamente  e as cinzas são colocadas em URNAS que podem ser levadas pelo dono, se assim desejar.
Você pode entrar em contato diretamente com o estabelecimento que realiza a cremação na sua região. Eles realizam o recolhimento do corpo diretamente na sua residência ou ainda muitos deles possuem convênio com clínicas veterinárias. Em média o preço pode variar entre $ 500,00 a $ 2.000,00, logo vale pesquisar a melhor opção.

  1. Cemitério para animais:

Foto do Cemitério Paraíso do Amigo – Piracicaba – SP.

Esses cemitérios estão ficando cada vez mais populares, e são milhares de donos que optam por enterrarem seus queridos Pets neles. Além de que os animais possuírem seus cantinhos exclusivos, enquanto a prefeitura enterra centenas de bichinhos juntas, a beleza e a paz desses cemitérios também chamam muito a atenção.

O Cemitério mais próximo de Limeira – SP é o PARAÍSO DO AMIGO  em Piracicaba-SP.

4.Procure o Centro de Controle de Zoonoses:

Outra escolha para quem perde o animal de estimação é contatar diretamente o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade.
Cada cidade possui seu sistema de coleta de animais ou local de entrega. Informe-se sobre como funciona o serviço em seu município procurando a Secretaria Municipal de Saúde ou o próprio CCZ. O serviço pode ter custos conforme as taxas municipais e podem variar a cada ano.

Em Limeira – São Paulo, é só ligar para a  TECPAR  no  fone (19) 3451-4127  no horário comercial da Prefeitura e informar seu endereço. Uma equipe irá até o local para recolher seu animal sem custo algum.

AVISO IMPORTANTE:  Se você encontrou um animal morto na rua ou  jogado em um terreno baldio, ligue para a TECPAR e informe a localização do corpo que eles passarão para recolher. O Meio Ambiente agradece seu gesto!

Para outras localidades, acesse o site abaixo:

http://www.prefeitura.sp.gov.br

Lista de alguns cemitérios e crematórios para animais:

Grande São Paulo:

a) PetMemorial (http://www.petmemorial.com.br)
Localização: Estrada Sadae Takagi, 860 – Jd. Cooperativa
São Bernardo do Campo – SP
Contato: (11) 4343-0000 / 0800 772 8885

b) Reino Animal (http://www.reinoanimalsp.com.br)
Localização: R. Profº Hasegawa, 719 – Itaquera
São Paulo – SP
Contato: (11) 2522-7000 / (11) 3451-1177 / (11) 2641-6343

c) Cemitério Jardim do Amigo (http://www.cemiteriojardimdoamigo.com.br)
Localização: R. José Aguila Sanches, 64 – Ambuita
Itapevi – SP
Contato: (11) 4144-2512 / (11) 4144-2884

2.  Campinas
Parque São Francisco de Assis (http://www.cemiteriodeanimais.com.br)
Localização: R. Lauro Vanucci, 1.600 – Jd. Sta. Cândida
Campinas – SP
Contato: (19) 3296-0313

3. Botucatu
Cemitério de Animais Botucatu (http://www.cemiteriodeanimaisbotucatu.com.br)
Localização: Rodovia Antônio Butgnoli, Km1 – Rubião Jr.
Botucatu – SP.
Contato: (14) 9775-2898

4- Piracicaba:
Paraiso do Amigo
Endereço: Estrada Jacob Canale 1301
Pau Queimado | Piracicaba | São Paulo
E-mail: contato@paraisodoamigo.com
Fone: 19 3035.3040
Horário: Segunda a Sexta: 7h30 – 16h
Sáb-Dom e feriado: 7h30 – 11h
http://www.paraisodoamigo.com/

 

PERGUNTAS FREQUENTES:

 

Quando ele se vai, o que é preciso fazer em casa? 
Algumas doenças ficam no ambiente, como a cinomose, que é viral e contagiosa. Se a pessoa adquirir outro animal, principalmente um filhote, que é mais sensível e ainda não recebeu todas as vacinas, ele corre o risco de contrair a mesma doença.

A limpeza diária da casa com produtos específicos a base amônia quaternária, um desinfetante potente, é capaz de eliminar os resquícios e tornar a casa apta a receber outro animal. Aquelas máquinas que soltam jatos de vapor também são eficientes na limpeza do ambiente.

Preciso avisar alguém?
Se o animal tiver o RGA (registro animal), exigido por algumas prefeituras, é preciso avisar o Centro de Controle de Zoonoses da sua  cidade.  Avisar o  Veterinário do seu pet  também é importante.

Quando o animal é sacrificado, de quem é a responsabilidade do corpo?
Depois da eutanásia, o corpo geralmente fica na clínica onde foi feito o procedimento. O veterinário responsável deve oferecer alternativas aos donos.

Fontes de pesquisa:

Murmúrios e Borburinhos: http://murmuriuseburburinhos.blogspot.com.br/2016/03/o-que-fazer-quando-seu-animal-morre.html

Estadão: http://emais.estadao.com.br/blogs/comportamento-animal/morte-e-luto-o-que-fazer-quando-o-cachorrogato-morre/

Canal do Pet – iG @ http://canaldopet.ig.com.br/cuidados/dicas/2016-07-22/meu-cachohttp://canaldopet.ig.com.br/cuidados/dicas/2016-07-22/meu-cachorro-morreu.htmlrro-morreu.html

Paraiso do amigo: http://www.paraisodoamigo.com/

 

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Seu bichinho de estimação morreu? PARTE 2 – COMO LIDAR COM O LUTO

De fato lidar com a morte de um animal ou de qualquer pessoa que amamos é uma tarefa muito difícil e dolorosa. Não existe idade: quando o amigo vai embora, adultos e crianças entram em um processo de luto e a maior parte não sabe exatamente como lidar com isso. Apenas continuam se perguntando, “porque meu cachorro morreu “, “porque ele?”.

O primeiro ponto a ser abordado nessas situações é que esse é um acontecimento completamente normal, que segue a ordem e o caminho da natureza. Tente transformar tudo que está passando como um aprendizado para conviver com outras perdas de maneira mais saudável no futuro. Para  saber lidar com isso, vale a pena conhecer bem sobre todo o sentimento envolvido com a morte de um pet , mesmo se for para apenas ajudar quem está passando por esse momento difícil.

Mas afinal, o que é luto?

Se o assunto do qual estamos falando é o luto, o primeiro passo é compreendê-lo melhor. A psicologia entende como luto a angústia decorrente da morte de um pet, de uma pessoa ou até algo abstrato (por exemplo, quando alguém termina um relacionamento, também pode vivenciar essa experiência, justamente por ter perdido a relação que tinha com a outra pessoa).

O tempo de luto também está relacionado ao tempo que o animal passou com a família. Exemplo: quando ele foi adotado ainda filhote e cumpriu todo o seu ciclo de vida natural, morrendo com cerca de 15 anos, é natural que ele tenha passado por muitas coisas junto com os familiares, o que aumenta o apego de todos e aumenta ainda mais o luto.

Mas, façamos uma ressalva: existem pessoas que realmente se apegam bastante ao animal e que têm mais dificuldades em lidar com as perdas. Portanto, se o luto e aquela pergunta “porque o meu cachorro morreu?” estiver atrapalhando o indivíduo de viver, seja profissional ou socialmente, é sempre interessante buscar apoio na psicoterapia. Existem terapeutas que são especializados em experiências de luto e podem ajudar o paciente a elaborar melhor os seus sentimentos.

Como lidar com o luto?

Se você ou sua família perder o animal de estimação ou se passou por isso recentemente, existem algumas atitudes que podem ajudar a atravessar esse momento de uma forma menos dolorosa. Vamos ver quais são elas e como aplicá-las na prática.

  1. Vivenciar todas as fases do luto:

Diferente do que muitos pensam, é fundamental viver o luto de imediato. Tentar reprimir esse sentimento pode trazer consequências muito graves no futuro, portanto, não assuma essa postura jamais. Quando ocorrer a morte de um pet, é preciso chorar, desabafar, refletir, sentir a perda. Algumas pessoas têm a necessidade de chorar, outras repetem para si mesmas “porque o meu cachorro morreu? Nós não merecíamos isso” e outras preferem falar sobre o ocorrido, por isso cada um deve vivenciar da sua forma.

  1. Não se sentir culpado:

A culpa é outro sentimento que faz parte do luto, e quando a perda é de um animal, ela pode ser ainda mais intensa, porque existe aquela sensação de que o pet é totalmente dependente dos cuidados que lhe são oferecidos. Alguns acham que não tomaram conta dele o suficiente, outros sentem que poderiam ter passado mais tempo com o animal de estimação.

Procure pensar o seguinte: a morte é uma das etapas naturais de todos os seres vivos. Isso significa que o seu bichinho cumpriu o ciclo de vida dele e isso aconteceria independente de qualquer coisa que você tivesse feito. Foque nos bons momentos que tiveram juntos e em tudo que aprendeu cuidando dele.

Lembre-se de que você tinha amor pelo seu animal, portanto, jamais faria algo que provocasse o sofrimento ou a morte dele. Isso é o suficiente para perceber que não teve culpa do que aconteceu.

  1. Realizar um ritual de despedida:

Quando um ente querido morre, existe todo um ritual, seja ele enterrado ou cremado, que permite que todos se despeçam e prestem as suas últimas homenagens. Aqui no Brasil, esse nicho ainda não é muito popular, mas já existem empresas que cuidam dos rituais de despedida dos animais de estimação.

Para algumas pessoas, esse é um momento muito importante para absorver a ideia de que o amigo partiu e até uma oportunidade de vivenciar o luto, como dissemos no primeiro tópico. Afinal, é nos velórios que as pessoas costumam chorar e dizer como estão se sentindo em relação ao ocorrido. Portanto, se você sentir essa necessidade e achar que pode ajudar na aceitação do “meu cachorro morreu”, é interessante fazer esse ritual.

Alguns até sentem que realizar uma “despedida digna” é a última obrigação para com o animal que trouxe tantas alegrias para a família. Se você encara dessa forma, vá em frente, mas esteja preparado para ter alguns gastos. Caso não consiga encontrar nenhuma empresa que possa lhe ajudar ou se em sua cidade não houver um cemitério para animais, você mesmo pode organizar uma cerimônia junto com a família e enterrar o corpo em sua propriedade.

  1. 4. Fazer uma boa ação:

Que tal transformar esse processo tão doloroso em algo positivo? Infelizmente, nada pode ser feito pelo animal que partiu, mas existem tantos que precisam de ajuda. Se em sua cidade existir uma ONG ou entidade que cuide de animais abandonados, por exemplo, você pode ir até lá com a sua família e fazer a doação de brinquedos, roupinhas, ração, comedouro e bebedouro em memória do seu pet.

  1. Adotar outro animal de estimação:

A morte do pet é muito difícil, portanto, não tente compensá-la com outro animal. Mas, quando sentir que é o momento apropriado para tirar da cabeça o pensamento de “meu cachorro morreu”, adote outro. Além de dar um lar a ele, é uma chance de reviver os sentimentos de carinho e afeto que se estabelecem entre as pessoas e seus bichinhos de estimação.

 

Como contar para as crianças?

Esqueça as frases “ele dormiu para sempre”, “virou estrelinha”, “foi morar com papai do céu” ou “fugiu”. A psicóloga infantil Thais Azevedo explica que a morte de um animal pode ser um momento especial para explicar o conceito de morte. Perder essa oportunidade, pode dificultar lidar com o assunto na fase adulta. A partir dos 4 anos, a criança já consegue entender o conceito da morte.

O processo pode ser facilitado se a criança visitar o animal na UTI e for ao enterro. “Não podemos forçar a criança. Devemos explicar o que é uma UTI e um enterro para então perguntar se ela quer ir. Se não quiser, deve ser respeitada” ensina Thais.

A criança pode parecer lidar com o luto com muita maturidade e tentar consolar os pais, ao vê-los tristes. Mas ela também está triste pela morte do amiguinho.

Assistir filmes fazer brincadeiras que remetam ao assunto ou desenhar podem ajudar a externalizar essa dor. Não pense que ela não se importa com a perda pelo simples fato de continuar a vida normalmente. Ela pode estar sofrendo tanto quanto você. É importante reconhecer a dor que ela sente.

Estar disponível para escutar as histórias e responder aos infindáveis questionamentos, é de extrema importância. Se não souber a resposta, pergunte a opinião da criança ou busquem, juntos, as possíveis respostas. Não hesite em pedir ajuda de um profissional.

 

Fontes de pesquisa:

Murmúrios e Borburinhos: http://murmuriuseburburinhos.blogspot.com.br/2016/03/o-que-fazer-quando-seu-animal-morre.html

Estadão: http://emais.estadao.com.br/blogs/comportamento-animal/morte-e-luto-o-que-fazer-quando-o-cachorrogato-morre/

Canal do Pet – iG @ http://canaldopet.ig.com.br/cuidados/dicas/2016-07-22/meu-cachohttp://canaldopet.ig.com.br/cuidados/dicas/2016-07-22/meu-cachorro-morreu.htmlrro-morreu.html

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Ele chegou!!!! E agora? Como cuidar de um filhote!

1- INTRODUÇÃO:

Hoje quero tratar de um assunto muito pedido pelos meus clientes e amigos: como cuidar e tratar do filhote de cão ou gato que chegou em casa! Se você comprou, resgatou da rua ou de maus tratos ou ganhou um filhotinho pra cuidar e amar, se liga aqui nas dicas que tenho pra te passar…

Antes de mais nada, adquirir um  filhote é sempre uma experiência inesquecível. Eles são tão fofinhos e engraçados que a gente quase esquece da outra parte, o trabalho. Ensinar a fazer as necessidades no local correto, não morder os nossos móveis e mãos, brincar, dar carinho e atenção requerem grande parte do tempo livre. Por isso, é sempre importante que, ao tomar essa decisão, todos na casa estejam cientes de que ter um filhote é uma grande responsabilidade.

2- ADAPTE A CASA PARA RECEBÊ-LO:

  • Os filhotes amam explorar os ambientes com as bocas e algumas precauções são necessárias para proteger o cachorro e a casa.
  • Retire os itens que possam ser quebrados da área em que planeja manter o cão ou gato.
  • Erga ou cubra todos os fios elétricos. Feche também todas as janelas baixas.
  • Guarde os produtos químicos e de limpeza dentro de armários fechados.
  • Compre uma lixeira alta demais para ele e pesada o suficiente para que ele não a tombe.
  • Analise a possibilidade de instalar um portãozinho dobrável para mantê-lo confinado
  •    em determinado ambiente.
  • Deixe seu filhote confortável em casa
  • Lembre-se de que se trata de um ambiente novo e que pode deixá-lo assustado. Nos primeiros dias, dê mais carinho e atenção do que o normal. Deixe que o cãozinho conheça todos os cômodos da casa enquanto você o segue com uma guia leve. Não é necessário mostrar tudo no primeiro dia, mas comece pelas áreas comuns.
  • Deixar o filhote correr solto por aí resultará em acidentes.Para que o filhote não se sinta solitário, deixe-o dormir no seu quarto, em um cercadinho, se possível.

O que devo ter/ comprar para receber um filhote em casa?

  • Duas tigelas de aço inoxidável,
  • Tapete higiênico  ( cão) / Bandeja sanitária + areia ( gatos),
  • Brinquedos mastigáveis,
  • Petiscos (macios e crocantes),
  • Vermífugos,
  • Cama confortável,
  • Coleira e Guia de náilon ou couro,
  • Plaquinha de metal (com o nome do cão, seu telefone e endereço),
  • Ração para filhotes,
  • Ferramentas de higiene básicas (escova, cortador de unha, etc.)
  • Medicamentos para prevenção de pulgas e carrapatos para filhotes,
  • Contato de um Médico Veterinário de confiança.

3- ALIMENTAÇÃO:

Os cães novinhos estão em desenvolvimento, por isso, comem de três a quatro vezes por dia. Verifique a quantidade diária indicada pelo fabricante na embalagem da ração e fracione de acordo com o número de refeições que o seu filhote vai fazer diariamente. Os petiscos e outros agrados fora da alimentação devem ser dados em quantidade pequena, com bom senso e sempre por merecimento por algum comportamento correto.

Já os gatinhos, a partir da 5ª semana de vida, o filhote começa a desenvolver intolerância ao leite materno e começa a transição da dieta líquida para a dieta sólida. As necessidades calóricas e proteicas são  diferentes para cães e gatos.

Disponibilize água fresca. Diferentemente da comida, é preciso deixar uma tigela com água fresca o tempo todo para o animal. É provável que o filhote tenha que urinar após beber uma grande quantidade de água, portanto, leve-o para fora na coleira para não ter nenhum acidente no piso de casa.

Cuidado! Alimentos tóxicos:

Como o organismo dos cães é muito diferente do humano, alguns alimentos podem ser tóxicos para ele, como:

  • Uva
  • Uva passa
  • Chá
  • Álcool
  • Alho
  • Cebola
  • Abacate
  • Chocolate

Caso o cão tenha comido algum dos alimentos acima, entre em contato com o centro de controle de toxicologia da cidade ou com um veterinário.

4- BRINQUEDOS:

Haaa… Bendita fase oral…. Como mordem…

Os filhotes caninos costumam morder como forma de interagir com o mundo, porém, não devemos estimular esse comportamento. Por isso, é muito importante que, nas brincadeiras, você tenha brinquedos. Se o animal te morder, pare imediatamente a brincadeira e volte a brincar depois. Quando o bichinho estiver com algum brinquedo, elogie, interaja e dê atenção.

É importante que o cão tenha muitos passatempos de várias texturas, pois eles enjoam rápido. Brinque bastante para que os objetos fiquem com o seu cheiro. Quando ele sentir a sua falta, buscará o que lembra você. Atenção ao fato de eles acabarem destruindo e engolindo pedaços dos brinquedos.

A troca de dentes começa por volta dos quatro meses, o que deixa os filhotes muito agitados. Ofereça passatempos mais resistentes e, caso ele comece a roer os móveis da casa, aplique um spray de gosto amargo.

Já os gatos gostam de arranhar! Cuidado com seu sofá!!! Ofereça a eles opções de arranhadores comerciais e bolinhas pra eles interagirem com você.

5- VERMÍFUGOS e VACINAS:

Os filhotes  devem ser desverminados com 21 dias de vida com um vermífugo solução oral ( a dose se ajusta com o peso do filhote)  A segunda dose é feita 15 dias depois e  deve continuar a cada mês até o animal completar seis meses. Após esse período o vermífugo deve ser mantido a cada 3 ou 4 meses.

A primo vacinação  deve ser levada muito a sério pelos proprietários, pois são nos primeiros meses de vida que o animal cria sua imunidade. A primeira dose da vacina deve ser feita com 45 dias depois da desverminação, e somente o Médico Veterinário está apto a determinar qual o esquema vacinal será aplicado em seu animal.

6- BANHO:

O banho nessa fase em que o animal ainda não terminou as vacinas pode ser dado,  mas   seguindo   algumas regrinhas que são:

– Banho em casa;
– Escolher um dia bem quente;
– pela manhã;
– banho morno/frio;
– usar shampoo neutro ou banho à seco,
– secar bem o animal com toalhas e se for possível com secador.

Para limpar as orelhas, jamais use cotonetes! A limpeza pode ser realizada com algodão/gaze “enrolado” no dedo. Também podem ser utilizados agentes de limpeza específicos para isso ( ceruminolítico).

7- NECESSIDADES NO LOCAL CORRETO:

PARA O CÃO:

Disserto, um dos maiores desafios é como educar o filhote a fazer as necessidades no local correto. Alguns cães já vêm do canil/abrigo habituados com algum tipo de textura, geralmente absorvente, como tapete higiênico , jornal , grama sintética. Se esse for o caso, vale a pena replicar essa textura em casa e recompensar toda vez que ele utilizar o “banheiro” correto.

No caso de erros, não dê bronca. Nos primeiros meses de vida, é natural que o cão não saiba ao certo onde se aliviar e, ao receber uma bronca, ele associa as necessidades a algo ruim, o que acaba dificultando bastante o aprendizado. Repelentes olfativos são válidos caso o filhote esteja optando por algum lugar indesejado. Deixe um banheiro (tapete higiênico, jornal etc) sempre onde você e seu cão estiverem e faça uma rota até o local do banheiro definitivo dele. Conforme ele for aprendendo, comece retirando os banheiros “móveis”, até ficar só com o que ele utilizará sempre. Tenha calma e paciência, e respeite o tempo do seu cão.

DICA: Deixe petiscos em local de fácil acesso. Recompense seu       filhote quando ele usar o “banheiro” da forma correta!

PARA O GATO: 

Há uma infinidade de formas e tamanhos de “banheiros / bandejas Sanitárias” para os felinos. E areia também. O importante é fornecer a eles um local limpo e seguro para fazer suas necessidades.

Os gatos são muito higiênicos por natureza e eles se adaptam muito bem e rápido com a introdução da “bandeja sanitária”.

8- FONTES DE PESQUISA:

Segue abaixo alguns links que me ajudaram a compor esse material e você pode se interessar em pesquisar também:

9- DICAS FINAIS:

  • Manuseie o filhote com cuidado. Assim como os bebês humanos, os  filhotes são frágeis.  Pegue-o cuidadosamente    caso  precise levantá-lo, sempre mantendo uma  mão  debaixo  do  peito  dele.
  • Compre uma coleira (de náilon ou couro) com plaquinha de metal ( para identificação) e uma guia de náilon. Tome cuidado para não machucar o cão ao apertar a coleira e escolha um modelo ajustável para quando o animal crescer.
  • Este artigo é específico para filhotes com oito semanas ou mais. Jamais adote ou compre um filhote mais novo do que isso, pois ele é jovem demais para ir para uma casa nova.
  • Logo que pegar o cãozinho, o ideal é consultar um veterinário em no máximo cinco dias. Assim, o profissional poderá se certificar de que o animal está com a saúde perfeita e fornecer dicas específicas para o cuidado do pet, além de organizar o cronograma de vacinas.

 

Mais um recadinho….. você  pode deixar  seu comentário abaixo…. vou adorar!

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Outubro Rosa na versão pet!

O Outubro Rosa é um movimento que agrega várias instituições em prol de orientar a população quanto à prevenção do tumor de mama. No mundo animal a história não é diferente!

O câncer de mama vem deixando de ser uma exclusividade das mulheres e essa doença, que é bastante agressiva, está sendo cada vez mais diagnosticada também em cadelas e gatas, sendo que o índice de neoplasias mamárias de caráter maligno atualmente chega a 60%  em cadelas e 80% em gatas. Um índice alto e preocupante, destacando as neoplasias mamárias como a enfermidade oncológica em pequenos animais de maior incidência, atingindo especialmente as fêmeas a partir de 5 anos de idade.

E o que causa o câncer de mama nos nossos pets?

Está cada vez mais comprovado que os fatores hormonais estão em primeiro lugar. A alimentação é a segunda causa, e as fêmeas obesas se tornam mais susceptíveis ao câncer de mama. E em terceiro lugar vem o fator genético.

Como combater essa doença?

A prevenção e o diagnóstico precoce contra o câncer continuam sendo a melhor estratégia para combatê-lo, pois desta forma evitamos a metástase, que afeta principalmente os pulmões, as demais mamas ou mesmo outros órgãos e tecidos da fêmea.

Fazendo o auto-exame….

Assim como nós, mulheres, devemos vencer o tabu do toque dos seios, e devemos fazê-lo periodicamente observando a presença de nódulos ou cistos, o mesmo indicamos para nossas pets. Portanto, papais e mamães de cadelas ou gatas, façam periodicamente (mensalmente) o exame físico no seu animal, que chamamos de toque (ou afago) com carinho, e caso observe alguma alteração, mesmo que pequena (na verdade, não importa o tamanho) o médico veterinário deve ser imediatamente comunicado e realizado o exame citológico inicialmente, e os demais exames necessários posteriormente para confirmar o tumor.

Quais são os exames laboratoriais?

Para confirmação do tumor, a Citologia Aspirativa é uma opção rápida, segura e não requer sedação do animal. O Raio X da região do torax também é pedido pra se avaliar se há metástase pulmonar. Exames hematológicos e bioquimicos complementam a lista de exames solicitados.

Como prevenir?

Para prevenir efetivamente o câncer de mama em cadelas e gatas  fazemos a castração precoce nos animais que não são reprodutores. Estudos mostram que as fêmeas castradas antes do primeiro cio têm reduzidas em até 90% as chances de desenvolver a doença. Por outro lado, aquelas que são castradas após o primeiro cio, as chances caem para 78%, enquanto que nas castradas após o terceiro cio essa probabilidade é ainda maior. Por isso, é preconizada a castração por parte dos especialistas.

 Existe tratamento? Há possibilidade de cura?

Uma vez diagnosticado, e não havendo metástase pulmonar, 100% dos casos são encaminhados para cirurgia de remoção do tumor e enviamos o material para biópsia. No resultado do exame saberemos o tipo e grau do câncer para estabelecermos um tratamento específico, obtendo grandes chances de cura. Em poucos casos há necessidade de tratamento quimioterápico pós-cirúrgico.

Então está na hora de agendar uma consulta com seu veterinário de confiança. Ele será capaz e habilitado para fazer uma avaliação mais precisa e sanar todas as suas dúvidas.

 

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